Fica bem a um jornalista dizer-se isento, imune a pressões, plural e cheio de tiques de ética deslambida (ou lambona...). Nada mais do que banalidades, títulos emprestados para dar alguma nobreza à profissão. Tudo tretas. Afinal, há que "encher chouriço" (hoje em dia tudo é notícia) e obedecer aos desmandos do patrão, sempre ávido em ter notícias dos seus interesses económicos. Digam-me vocês se conseguem ler um jornal, uma revista ou assistir a um serviço noticioso de um qualquer canal de televisão ou de rádio e não identificar os verdadeiros "fellatios" que por ali se fazem a troco de um ordenado calado ao fim do mês!!!! A lógica é só uma; publicidade, promoção, propaganda encapotada, um all in one ao alcance do mais fiel anunciante.
Quem quer adere (já perdi os romantismos há muito...), quem não quer finge que não quer.
Afinal, é tudo uma questão de estética...
quarta-feira, 30 de maio de 2007
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