Há momentos na vida que ficam para sempre. Na sua maioria os ralacionados com os erros que cometemos. Porque erramos? Porque não aprendemos com os erros? Porque continuamos a cair nas mesmas tentações? Porque mantemos a esperança de que venha alguém e limpe a merda que se fez? Porquê?
Não sei. Sinceramente não sei. Talvez por total incapacidade, muito certamente por ausência de inteligência em muitos aspectos.
Entretanto, olhamos em volta e nada resta. Apenas sobram rastilhos de gente que nos acompanhou, pedaços de memórias que nos pesam na consciência, esfarrapos de ilusões que nos fizeram sobreviver com tempo limitado. É assim a vida? Ou é assim a vida que construímos? Somos donos e senhores do nosso nariz ou andamos ao sabor do vento?
Não sei. Sinceramente não sei. E já devia saber.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
segunda-feira, 18 de junho de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Faz hoje um ano
Um ano. 12 meses. 365 dias. 8760 horas. 525 600 segundos. É esta a medida de tempo que ilustra a falta que eu sinto do meu pai.
Faz hoje exactamente um ano que ele morreu. Foi num dia de tempestade. Feio. Triste. Violento. Como qualquer tempestade. Hoje não há tempestade que se veja no horizonte, mas, coincidência ou não, a manhã acordou chuvosa, cinzenta, carregada. Só faltaram os trovões. Só faltou o meu pai dar sinal de vida...
Por muito estranho que possa parecer, tenho a ideia de que já passou muito tempo, talvez porque foi, no meu espírito, uma longa temporada, difícil de ultrapassar. Ainda está a ser...
Sinto a falta dele, do meu pai, agora uma palavra estranha que me parece tão distante, tão dolorosa, que me causa inveja no momento em que ouço os meus amigos falarem dos respectivos pais. Deixei de ter pai, perdi o meu melhor amiguinho, com quem trocava anedotas, histórias de gajas e mais um chorrilho de barbaridades próprias de duas crianças que nunca cresceram. Ele completaria 57 anos daqui a quatro dias. Eu tenho 32 e vou passar o meu segundo aniversário sem ele. Sem o meu pai.
Sinto a tua falta, pai.
Faz hoje exactamente um ano que ele morreu. Foi num dia de tempestade. Feio. Triste. Violento. Como qualquer tempestade. Hoje não há tempestade que se veja no horizonte, mas, coincidência ou não, a manhã acordou chuvosa, cinzenta, carregada. Só faltaram os trovões. Só faltou o meu pai dar sinal de vida...
Por muito estranho que possa parecer, tenho a ideia de que já passou muito tempo, talvez porque foi, no meu espírito, uma longa temporada, difícil de ultrapassar. Ainda está a ser...
Sinto a falta dele, do meu pai, agora uma palavra estranha que me parece tão distante, tão dolorosa, que me causa inveja no momento em que ouço os meus amigos falarem dos respectivos pais. Deixei de ter pai, perdi o meu melhor amiguinho, com quem trocava anedotas, histórias de gajas e mais um chorrilho de barbaridades próprias de duas crianças que nunca cresceram. Ele completaria 57 anos daqui a quatro dias. Eu tenho 32 e vou passar o meu segundo aniversário sem ele. Sem o meu pai.
Sinto a tua falta, pai.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Acabou-se a brincadeira...
Cheguei a uma conclusão... não respondo a mais anúncios. Ou pelo menos com a frequência psicótica com que me empenhei nos últimos tempos. É verdade. Já chega. Faz mal ao ego. Não há quem responda e, por isso, bardamerda. Não brinco mais... Venham as cunhas, os conhecimentos, as relações de interesse e o que mais houver.
Na semana que passou não enviei um que CV que fosse, e andei muito mais descontraído. Vou manter a estratégia. Pode ser que dê frutos...
Na semana que passou não enviei um que CV que fosse, e andei muito mais descontraído. Vou manter a estratégia. Pode ser que dê frutos...
terça-feira, 5 de junho de 2007
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Broches de peito
Diz-se por aí que a politicagem pressiona a comunicação social. Diz-se também por aí que os amigos, companheiros, camaradas e colegas jornalistas estão profundamente ofendidos com tamanhas intromissões censórias por parte do poder reinante.
Pura demagogia, conversa para encher o olho ao leitor das "gordas." Porque se não querem pressões, então deixem de fazer trabalhos de boca uns aos outros quando interessa a ambas as partes uma boa manchete. Nessa altura, quando a promoção fala mais forte e as vendas em banca pedem desesperadamente por alimento, já somos todos amigos, afinal antigos compadres de profissão, agora numa relação de escriba vs assessor de imprensa.
Pela boca morre o peixe, meus caros... mas continuem, com jeitinho até pode ser que na próxima remodelação vos calhe uma avença de faz-tudo-até-pressionar-os-ex-colegas.
Pura demagogia, conversa para encher o olho ao leitor das "gordas." Porque se não querem pressões, então deixem de fazer trabalhos de boca uns aos outros quando interessa a ambas as partes uma boa manchete. Nessa altura, quando a promoção fala mais forte e as vendas em banca pedem desesperadamente por alimento, já somos todos amigos, afinal antigos compadres de profissão, agora numa relação de escriba vs assessor de imprensa.
Pela boca morre o peixe, meus caros... mas continuem, com jeitinho até pode ser que na próxima remodelação vos calhe uma avença de faz-tudo-até-pressionar-os-ex-colegas.
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