segunda-feira, 11 de junho de 2007

Acabou-se a brincadeira...

Cheguei a uma conclusão... não respondo a mais anúncios. Ou pelo menos com a frequência psicótica com que me empenhei nos últimos tempos. É verdade. Já chega. Faz mal ao ego. Não há quem responda e, por isso, bardamerda. Não brinco mais... Venham as cunhas, os conhecimentos, as relações de interesse e o que mais houver.
Na semana que passou não enviei um que CV que fosse, e andei muito mais descontraído. Vou manter a estratégia. Pode ser que dê frutos...

2 comentários:

Diabólica disse...

Concordo inteiramnetre contigo.

Isto é uma aut~entica palhaçada.

Mal de quem precisa.

Obrigada pela visita.

Bjs

Anónimo disse...

Por acaso até concordo.

É horrivel estar desempregado, já chega a frustação da situação em si, quanto mais ao que somos expostos.

Eu por experiência própria digo isto é muito alarmante, é aquele que quer pagar o salário que nem o valor mínimo é, depois é o outro que diz que se tem que trabalhar muito para se ter direito ao salário (?) não diz quanto e mais diz que se houver serviço para acabar mesmo que seja até às 3h da manhã tem que ser feito?? Meu Deus é isto que é mais emprego, é isto que vai ajudar a aumentar a idade para a reforma ?

Bolas fico triste, quando bonificam quem trabalhar até mais tarde, pois como é possível trabalhar até mais tarde depois de se ficar de desempregado? Só se for em horas diárias depois de se ter a sorte de arranjar qualquer coisa que até nos põem a andar em 3 passos, até porque o Patrão tem sempre razão e fica mais fácil despedir.

Esta última não entendo, pois isso foi daquelas coisas que sempre funcionou, o Patrão despedir é fácil o díficil é que ele não quer, aliás nunca pode, pagar.

Estou triste pois vejo o tempo a passar, e se temos experiência pode ser a mais? mas se não temos damos preferência, até 35 anos ainda se é novo mas 37 vamos ver, pois, pois a gente depois liga, liga, liga, nenhuma.

Que posso eu dizer como é o que emprego aumento, com o desemprego a aumentar, querem por as pessoas a "ter novas oportunidades" depois ou não existe nada, ou são 3 anos, ou é até aos 25 anos, porra e comer, pagar a luz, água, gás, mesmo sendo poupadinho? Como fazemos?

Pois existe muita gente que sofre de violÊncia doméstica, mas também existe muita gente que sofre no silêncio a tortura de NÃO TER, NÃO PODER MESMO.

Não, NÃO estou a falar do patrão que não paga, que até consegue vender as coisas e fechar, que leva com notificações, 2/3/4, vai dando, de vez em qdo algum à conta, e o Fisco deixa andar, estou a falar daquele que tem medo de não ter podido pagar, e que chegam alí e tiram-lhe tudo, porque qdo se é gerente é diferente !!! Porra, porra, porra.

Sim estou a falar daquele que declara pouco, e efectivamente consegue beneficiar daquilo que um individuo, que realmente precisa, por ter mais 2€ do que o anterior já não beneficia.

Por isso o rico fica cada vez mais rico e o probre que se lixe.

Quando mudamos as politicas vejamos o quanto nos custa aceitar que só organizados vamos ser um País mais forte, será?

Será que não deveria ser visto do modo, que eu, tu e eles até sabem que se faz e aí sim deviamos por começar a mudar a coisa.

O desempregado não quer fazer nada, mentira, não quer é ser humilhado, quer continuar a ter voz num País organizado com o Patronato a cumprir.

Tanta coisa fica por dizer mas é realmente MUITO FRUSTANTE ANDAR, ANDAR, SEM SABER MUITO DO QUÊ.

É muito mau trabalhar 9 anos numa firma de Construção Civil, com dívidas ao Estado, e sempre que recebia uma notificação pagava 300 ou 500€ e aquilo ficava mais calmo, foram anos a rasteirar, depois vendem a casa a filhos, o carro pago pela firma À irmã, e depois dizem-nos que não têm dinheiro para nos pagar, quando tÊm obras e recebem por fora aumentado assim o seu nivel de vida, PORRA.

E quando se vai ver o que se pode fazer nos dizem que devia ter sido feito enquanto lá estávamos, pois mas enquanto lá estávamos pensavamos em receber aquilo que nos é devido e nos fazia falta.

É isto que é um País politicamente correcto, é a denúncia que deve ser feito, quando tudo é lento, não funciona ou se deixa andar, sabem que mais tenta-se resolver a coisa directamente e pronto.

Mas com toda esta conversa o desemprego é o que muito me preocupa.

POR UM PAIS POLITICAMENTE CORRECTO EM QUE A DISCORDÂNCIA DÁ MAIS FORÇA A QUEM GOVERNA E MENOS A QUEM, SUPOSTAMENTE, PRODUZ.

BEM HAJA